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terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Tu biShvat - O Ano Novo das Árvores
terça-feira, 11 de outubro de 2016
O Dia das Expiações
"Pois neste dia Ele expiará por vocês, para lhes purificar; de todos os seus pecados, diante do Eterno vocês estarão purificados." - Vayikrá/Levítico 16:30
O Dia das Expiações, que se iniciará hoje com o anoitecer, é um dos mandamentos mais importantes da Torá. Todas as pessoas cometem erros, transgridem a Torá em algum ponto determinado, e precisam corrigir, sendo este o papel do mandamento de teshuvá. Entretanto, quando a pessoa faz teshuvá, o seu erro não é totalmente apagado até que chegue o Dia das Expiações e, como diz Rambam (Hilchot Teshuvá, cap. 1): "O próprio dia de Yom Kipur expia aos que fazem teshuvá, como foi dito: Pois neste dia Ele expiará por vocês".
Há duas coisas a se notar no versículo que abre este texto: 1) expiação; 2) purificação.
Imagine o caso de uma roupa suja a ser lavada: quando a lavagem é concluída, a sujeira saiu, mas deixou uma mancha para trás - isto seria como ter seus pecados expiados, retirados de cima de você. A purificação implica em algo mais profundo, em tirar toda e qualquer influência que aquele pecado possa ter sobre você - seria como retirar aquela mancha que havia sobrado na roupa. Segundo este raciocínio, o Yom Kipur não vem apenas limpar o "registro" de pecado de uma pessoa que fez teshuvá, mas até mesmo retirar as influências que isso possa ter deixado.
Que tenhamos todos feito teshuvá de todas as nossas falhas, que tenhamos um jejum tranquilo e leve, e que sejamos todos selados no livro da vida para um bom ano, que se inicia.
Gemár chatimá tová!
domingo, 24 de julho de 2016
Jejum 17 de tamuz
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Rosh Hashaná - o mundo na balança
quinta-feira, 23 de abril de 2015
O que aconteceu?
De 1933 a 1945 foi o governo nazista na Alemanha. Nesse período, pouco mais de 1/4 da população judaica mundial foi dizimada. Com o fim do Holocausto, milhares de judeus tentaram se mudar para Israel, mas a maioria acabou interceptada pelos britânicos e enviada para campos de trânsito no Chipre e outros locais do Mediterrâneo. Mas em 1947, a ONU votou o plano da Partilha, e em 1948 os judeus declararam sua independência na Terra de Israel - uma coisa quase ilógica quando se considera que era o mesmo povo que estava morrendo na Europa.
Mas as coisas ficam ainda mais estranhas: com medo de que os árabes boicotassem o Ocidente com o embargo de venda de petróleo, quase nenhum país (nem mesmo os EUA) vendeu armas a Israel. O resultado: um país de sobreviventes de um massacre, mal armados, tendo que defender seu país contra vários países árabes fortemente armados que juntos tentaram invadir Israel no dia seguinte à sua declaração de independência. Os árabes não haviam aceitado o Plano de Partilha e desejaram toda a região para si. Mas Israel ganhou. A Guerra da Independência durou de 1948 a 1949, e culminou com Israel expandindo seu território muito além das fronteiras estipuladas pela ONU.
Não tem como alguém ver toda a cadeia de eventos da história do povo judeu nestes últimos 100 anos e não identificar um milagre realizado pelo próprio D'us. Como diz uma frase atribuída a Ben Gurion: "Em Israel, para ser realista, é preciso acreditar em milagres".
Para finalizar, cito aqui um trecho do profeta Ezequiel (36:33-35):
"Assim disse o Eterno D'us: No dia em que vos purificar de todas as vossas iniquidades, farei com que as cidades voltem a ser habitadas, e que se edifique novamente nos lugares que ficaram desertos. E a terra voltará a ser cultivada nos lugares onde era uma desolação aos olhos dos que por ali passavam, e dirão: Esta terra, outrora desolada, se tornou no Jardim do Eden, e as cidades, outrora desertas, arruinadas e destruídas, estão agora fortificadas e habitadas!"
Feliz aniversário, Israel!
domingo, 4 de janeiro de 2015
As luzes de shabat
1) Suas velas queimavam de uma sexta a outra;
2) Sua massa de pão crescia milagrosamente (devido à separação da chalá);
3) A Shechiná (Presença Divina) pairava sobre sua tenda;
"Bendito és Tu, Eterno nosso D'us, Rei do universo, que nos santificaste com seus mandamentos e nos ordenaste acender a luz de shabat"
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
ROSH HASHANÁ - A CABEÇA DO ANO (1 TISHREI)
De acordo com nossos sábios, nesse dia D'us começa o julgamento de toda a Criação, dando início a um processo de 10 dias que finaliza em Yom Kipur, o Dia do Perdão. No primeiro dia (Rosh Hashaná), as pessoas que são muito justas - conhecidas como "tzadikim" - são inscritas e seladas no Livro da Vida para um bom ano, enquanto que as pessoas intermediárias e os malvados terão até o décimo dia (Yom Kipur) para se arrepender e buscar perdão de D'us - uma frase bastante repetida nesse período é "tzedaká (caridade/justiça), reza e arrependimento apartam o mau decreto". Neste "Livro da Vida" são inscritas todas as pessoas que terão um bom ano que se inicia. Vale ressaltar que não implica necessariamente que todo justo estará vivo, mas que participará de uma Presença Divina de forma mais revelada. No Dia do Perdão, todo esse julgamento é selado. Segundo os nossos Sábios, no caso excepcional de uma pessoa má se arrepender sinceramente e passar a praticar o que é certo depois desse período, qualquer mau decreto que tenha sido estabelecido contra ela acaba anulado.
Possamos refletir mais em nossas ações e sermos selados para um bom ano que se inicia.




